Hélio, só você mesmo, você que se interessa por tudo e por todos, até pela arte de assoviar! Lembro-me, com detalhes, do dia em que dei o meu primeiro assovio. Foi uma alegria e tanto, e ainda não havia completado quatro anos de idade. Dia desses, achava-me num determinado posto de gasolina lá em Espírito Santo do Pinhal a aguardar por um amigo. E eu olhava prá lá, prá cá, ali, acolá, alhures, e nada! Foi quando escutei um assovio. Era ele!!! Parabéns ao falar de coisas tão simples, mas que nos remetem a momentos prazerosos do nosso cotidiano. Gabriel, Bié.
Na minha infância o assobio era tido como atitude de maloqueiro. Principalmente aqueles assobios com dois dedos que se ouviam longe. Eu treinava muito e não conseguia aprender. Tinha uma grande frustração. A minha filha Giovana de 4 anos, está toda feliz porque aprendeu assobiar ritmos de musicas. Até hoje, não aprendi assobiar com os dois dedos. NO fundo tenho até um recalque. Amém!
Hélio, só você mesmo, você que se interessa por tudo e por todos, até pela arte de assoviar! Lembro-me, com detalhes, do dia em que dei o meu primeiro assovio. Foi uma alegria e tanto, e ainda não havia completado quatro anos de idade. Dia desses, achava-me num determinado posto de gasolina lá em Espírito Santo do Pinhal a aguardar por um amigo. E eu olhava prá lá, prá cá, ali, acolá, alhures, e nada! Foi quando escutei um assovio. Era ele!!! Parabéns ao falar de coisas tão simples, mas que nos remetem a momentos prazerosos do nosso cotidiano.
ResponderExcluirGabriel, Bié.
È coisa pra jovem, porque tem que ter todos os dentes.
ResponderExcluirNa minha infância o assobio era tido como atitude de maloqueiro. Principalmente aqueles assobios com dois dedos que se ouviam longe. Eu treinava muito e não conseguia aprender. Tinha uma grande frustração. A minha filha Giovana de 4 anos, está toda feliz porque aprendeu assobiar ritmos de musicas. Até hoje, não aprendi assobiar com os dois dedos. NO fundo tenho até um recalque. Amém!
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