AGENDA CULTURAL

22.2.22

Perdoar - Gervásio Antônio Consolaro

   


Essa semana trouxe pesquisas sobre um sentimento difícil de tratar no dia a dia, focando nos pontos mais  importantes.

    Uma pessoa difícil não é necessariamente alguém que você quer banir de sua vida. De fato, essa não é geralmente uma perspectiva realista dentro da família ou do local de trabalho.

    Se a dificuldade que eles causaram o deixou ressentido, é provável que essa emoção contamine suas relações futuras.

    Você, não é, naturalmente, obrigado a perdoar.  Mas, especialmente no âmbito pessoal, esta é uma opçpão gratificante.

    Lembre-se, o perdão é algo que é feito para seu bem, não para o bem de outra pessoa.

 Ao perdoar, você deixa de lado as mágoas que ferem sua paz interior.

Mantenha-se fiel a seus valores

     Quando você perdoa uma pessoa, você não necessariamente aceita suas ações. De forma alguma o perdão implica que você aceita que eles tenham sido justificados para quebrar um princípio moral. Por exemplo, se eles mentiram, perdoá-los não o torna mais tolerante a mentir em geral.

Faça uma escolha: diga ou não

     Muitas vezes, você pode querer contar a alguém que você perdoou, especialmente dentro de uma relação romântica ou de uma amizade, ou em um contexto familiar. Entretanto, às vezes, você pode não querer revisitar a situação com a pessoa envolvida. Você pode sentir que seria embaraçoso para ambos. A escolha é sua: o perdão silencioso também é significativo. É simplesmente uma determinação interior de estar em paz com alguém, apesar do que ela tenha sido.

Conserte uma relacionamento danificado

     O perdão não restaura automaticamente a estabilidade dentro de uma relação. Por exemplo, se você perdoou um parceiro por traição, provavelmente, terão muito trabalho a fazer juntos para que a ferida seja curada: traidor precisará reconquistar a confiança, a vítima para evitar recriminação e suspeita.

Dê tempo

     Todas as feridas levam tempo para cicatrizar. Espere ter que passar por inúmeras etapas antes de fazer as pazes. Primeiro você precisa reconhecer a escala e a profundidade de sua ferida, e as emoções desencadeadas. Depois você pode sentir que precisa deixar isso claro para a outra pessoa. Finalmente você têm que deixar de lado a dor e a raiva, como um ato de autocuidado. Só então o perdão parecerá possível.

Transformador

      Se o perdão parece difícil, pense nisso como uma afirmação de sua própria capacidade de declarar a paz e curar sua própria dor – em vez de abraçar sua dor como um cobertor de conforto. Além disso, ele pode ajudar a refletir sobre qualquer coisa que você possa ter aprendido com sua experiência. Isso pode ser um lado positivo.

Gervásio Antônio Consolaro, diretor da AFRESP, ex-delegado regional tributário, auditor fiscal da receita estadual aposentado, formado em administração, ciências contábeis e bacharel em Direito.                      g.consolaro@yahoo.com.br 

Nenhum comentário: