Deve ser
legal
Ser negão, Senegal
Deve ser legal
Ser negão, Senegal (Mamãe África, Chico César)
Hélio Consolaro é professor, jornalista e escritor. Araçatuba-SP
A canção, lançada em 1996, é
uma homenagem às mães solo e à identidade negra. No refrão, a estrofe expressa
um sentimento de identidade, pertencimento e orgulho. O autor imagina como
seria viver em um país onde a população negra é a maioria, celebrando a cultura
e a autoestima em um ambiente sem o peso e o racismo estrutural frequentemente
enfrentados por pessoas negras no Brasil. (IA GOOGLE).
Acompanho os jogos da Copa do
Mundo 2026. Não contei e nem tive acesso a dados estatísticos, mas acho que os atletas
afrodescendentes são maioria, principalmente nos países que tiveram colônias na
África.
No Brasil, já demos passos
adiante quanto ao combate ao racismo no futebol e fora dele. Descobrimos que
não estamos atrasados.
A Copa do Mundo é preta, mas
os brancos comemoram como se deles fosse a vitória.
EM
CADA COPA, MUDAM OS JOGADORES. A TORCIDA TAMBÉM
Em
1994, ano do tetra, meu irmão Gervásio reuniu a família, num quiosque da
AFRESP, clube rural dos fiscais de renda em Araçatuba, rodovia Rondon. E vai
churrasco!
A
cada copa, o grupo se modifica. A do tetra, 1994, foi destruído. Faz 32 anos.
Uma turma de brasileiros torcendo contra sua pátria originária: Itália.
A
CHUVA DE CADA UM
Não
vou escrever sobre tempestade, nem de chuva na favela. Aprendi que chuva é um
fenômeno abençoado, vinha regar a roça que meu pai plantava.
A
casa cheia de goteiras infernizava a vida de minha mãe
Não
existia TV, as crianças arrumavam um jeito de brincar. Hoje os pequenos brincam
no celular. Deixei de ser criança, sou um velho, mas brinco no celular
escrevendo textos. Até de repente dormir.
A
chuva para mim ainda é uma bênção, mas para muitos não é um momento tranquilo.
ROSANA,
MARILENA E NOVA LONDRINA
Peladas
domingueiras..Naquela época da jornada 6x1, quando o descanso dominical era
garantido pelo padre e o pastor, homem que era homem batia uma bola
Quando
comecei o magistério nos cafundós do Pontal do Paranapanema, apesar de jovem
não jogava futebol, o professor era o presidente do time. Assim jogava-se nas
cidades vizinhas. Caminhão do sitiante levava time e torcida. Carroceria
lotada.
Assim,
a gente empurrava os dias, não havia vida melhor.
POLÍTICO
GAGO
Claudio
Castro era gago, sim, o ex-governador do Rio de Janeiro é gago. Ele próprio
assumiu publicamente a condição, afirmando que a gagueira foi um desafio que
precisou superar desde a infância, período em que chegou a sofrer bullying.
Ele
chegou a abordar o assunto abertamente na política, como em um artigo publicado
no jornal Folha de S.Paulo e em sua propaganda eleitoral, buscando desvincular
a fala pausada de insegurança. GAGO SIM, MAS CORRUPTO TAMBÉM.










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