AGENDA CULTURAL

27.12.15

Filhinhos de papai e Chico Buarque

Um dos agressores tem relação estreita com Ronaldo, O Fenômeno  - ler mais, clicando aqui
Alguns leitores estão estranhando por que nem toquei no assunto do entrevero de alguns filhinhos de papai com o Chico Buarque na cidade do Rio de Janeiro, pois como escreveu cineasta Cacá Diegues: "Não é fácil ouvir alguém chamar um brasileiro como Chico Buarque de 'merda', sem que o sangue lhe suba à cabeça".   

No início achei que não valia a pena, porque isso acontece todos os dias em lugares frequentados por essa gente arrogante, que se sente dona do mundo. Ou aqueles brasileiros que não se conformam de que o país deu um passo a frente como nação, as relações ficaram mais capitalistas e menos feudais.

Exemplo: a empregada doméstica não é mais uma subalterna, mas uma prestadora de serviço como é um médico, para citar a profissão mais nobre. Ela trata o preço de seu serviço olhando no rosto da patroa. 

Como muita gente está sofrendo ataques verbais e até físicos dessa gente fascista, pegar o fato acontecido com o Chico Buarque, um ícone da luta pela construção da democracia do país, pode ser uma boa lição, ainda mais que o cantor e escritor teve a solidariedade expressa de Lula e da presidenta Dilma.

Esses agentes agressivos, quando ricos, estão defendendo seus interesses, não estão pensando em pátria ou noutros sentimentos mais nobres. Quando pobres, são paus mandados, inocentes úteis, trabalham para seus adversários. 

Chico e artistas fizeram uma música para Alckmin: "Ninguém tira o trono do estudar!". Veja videoclique.



Um comentário:

Mário Vidal de Aquino disse...

Predominância do fascismo hoje.